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Norbert Michelisz com a “vantagem psicológica” de liderar para a prova final do WTCR

Depois de ter conseguido recuperar o comando da Taça do Mundo de Carros de Turismo (WTCR) em Macau, Norbert Michelisz diz-se “confiante e poderoso” para a ronda final do campeonato, na Malásia.

O piloto húngaro da Hyundai terá pela frente três rivais de monta, e pelos dois em posição forte para o impedirem de chegar ao título; Esteban Guerrieri e Yvan Muller. Thed Bjork encontra-se mais distante e apenas com possibilidades matemáticas de chegar ao cetro.

“As coisas correram mais ou menos como queria há dois fins de semana de prova. Esta será a parte mais importante da época e ir para a Malásia com a vantagem psicológica de liderar é melhor do que estar atrás. Mas a margem é muito pequena e não estou numa posição confortável”, começa por dizer Michelisz.

Mas o piloto magiar mantém-se otimista: “Mas está nas minhas mãos e é uma sensação ótima. Conforme a prova se aproxima mais se pensa na pressão. Esta época consegui lidar muito bem com a pressão. Honestamente sinto confiante e bastante poderoso e considero ter um bom conjunto para a Malásia”.

“Os meus três adversários lutam por campeonatos há muito tempo. Eles estão no melhor da sua forma, eles são os melhores dos melhores e no final não podemos dizer de qual deles vem a maior ameaça”, avalia ‘Norby’.

Para o piloto húngaro o facto desta última ronda do WTCR ser nem Sepang acaba por fazer com se esteja um pouco em terreno neutro: “É um circuito novo para mim e para os meus rivais e é o mesmo para toda a gente. Estou bem com isso. Quando fui lutar pelo título do WTCC no Qatar 2017 vivi o dia mais intenso da minha vida até agora, mas estou certo que a Malásia vai superar isso”.

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