Desporto

Natação/Mundiais: ‘Dia da Itália’ e recorde nos 200 metros mariposa

A Itália esteve em destaque nos Mundiais de natação de Gwangju, com os títulos dos consagrados Gregorio Paltrinieri e Federica Pellegrini, numa jornada em que também caiu o recorde absoluto masculino dos 200 metros mariposa.

O húngaro Kristof Milak é o novo recordista. O já campeão europeu, de 19 anos, apossou-se de um recorde que estava na posse de Michael Phelps, dos Estados Unidos, há 10 anos, retirando quase oito décimas de segundo, para o fixar em 1.50,73 minutos.

Já em final de carreira, Pellegrini acrescentou mais uma página a um percurso sem igual nos 200 metros livres, que ganhou em 1.54,22 minutos. Trata-se da quarta vitória e a oitava vez consecutiva que sobe ao pódio: desde 2005 que não falha um dos três primeiros lugares.

“Estou demasiado velha para estas emoções”, brincou no final, com sorriso, a nadadora transalpina, que beneficiou da ausência por doença da norte-americana Katie Ledecky, pentacampeã olímpica, que já não foi às séries.

A outra vitória ‘azzurra’ foi para Paltrinieri, nos 800 metros livres, a prova que mostrou que o polémico chinês Sun Yang ‘também se abate’.

Os 200 e 400 metros foram para o chinês e deram ‘bronca’ nas cerimónias de pódio, com adversários a não o cumprimentar ou pura e simplesmente não aparecer, por causa do caso de doping ainda não totalmente decidido de Yang.

Agora, não foi caso para isso, já que, claramente mais cansado, ficou-se pelo sexto lugar, no que foi a sua última aparição individual.

Patrinieri, esse, esteve impecável e melhorou o recorde da Europa por mais de segundo e meio, para 7.39,27 minutos.

Com alguma surpresa, os Estados Unidos, de Caeleb Dressel, ‘deixaram’ escapar o título da estafeta mista de 4×100 metros estilos para um quarteto australiano. Mitchell Larkin, Matthew Wilson, McKeon Emma e Cate Campbell nadaram em 3.39,08 minutos.

Sem surpresa nenhuma, o britânico Adam Peaty dominou os 50 metros bruços, em 26,06 segundos. É a terceira ‘dobradinha’ consecutiva em 50 e 100 metros bruços, o que nunca tinha sido conseguido.

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