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“Não me lembraria de pedir que assinassem por mim”, diz Catarina Martins sobre polémica

Catarina Martins comentou a polémica das presenças registadas no Parlamento em nome de José Silvano, deputado do PSD, em momentos em que o social-democrata não estava na Assembleia da República. A coordenadora do Bloco de Esquerda sustenta que isso com ela não aconteceria e explica as razões.

À TSF, a bloquista revela que a situação “não foi correta”, uma vez que “o nome de utilizador e a senha de um deputado, é utilizada não só para marcar presenças, mas também para fazer perguntas e apresentar requerimentos”.

Sem compreender esta situação, Catarina Martins revela que não se “lembraria de dar alguém a forma de registar” as suas presenças.

Embora reconheça que os deputados “tenham trabalho político fora do Parlamento”, a coordenadora do Bloco de Esquerda revela que, por exemplo, evita faltar.

“Raríssimas as vezes [que faltou]. Eu tento faltar o mínimo possível.”

Sobre este tema, Emília Cerqueira, deputada do PSD que usou a password de José Silvano, assumiu a responsabilidade pelo registo das presenças do deputado em plenários ao qual faltou, entre críticas às “virgens ofendidas”.

José Silvano chamou, nesta quinta-feira, os jornalistas para um “esclarecimento” sobre o caso das falsas presenças no Parlamento.

“Não registei a minha presença, não mandei ninguém registar, não auferi qualquer vantagem”, afirmou, em reação a uma notícia do Expresso que tem causado polémica.

O semanário noticiou que José Silvano não faltou a qualquer das 13 reuniões plenárias realizadas em outubro, apesar de em pelo menos um dos dias ter estado ausente.

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