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“Não há sinais de que o desconfinamento tenha provocado um agravamento da epidemia”, diz Marcelo

Presidente da República diz que a situação da pandemia em Portugal está controlada e que as “projeções apresentadas quanto à pressão no Serviço Nacional de Saúde são positivas”.

No dia em que especialistas, políticos e parceiros sociais reuniram-se, no Infarmed, em Lisboa, para avaliar a situação epidemiológica da covid-19 em Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa manifestou otimismo, pela “evolução é positiva” que a doença apresenta, não obstante o surto em Lisboa.

O Presidente da República considerou que o desconfinamento não trouxe um aumento de casos, ou um descontrolo da doença em Portugal.

“Não há sinais de que o desconfinamento tenha provocado um agravamento da epidemia”, realçou o chefe de Estado.

“As projeções apresentadas quanto à pressão no Serviço Nacional de Saúde são positivas. Temos uma estabilização da descida, no que diz respeito ao número de internamentos”, acrescentou.

Depois de ultrapassadas duas fases de desconfinamento, “não há indícios” de um “agravamento da expressão do surto epidémico”. Pelo contrário.

“A haver algum sinal, é o de uma estabilização da descida”, sendo que Portugal, lembra Marcelo, adotou “um dos mais elevados regimes de confinamento na Europa”.

O chefe de Estado observa a situação em Lisboa e Vale do Tejo com tranquilidade, até porque nota uma tendência “relativamente estável”.

Portugal regista hoje mais seis mortos (um total de 1485 vítimas mortais) devido à covid-19.

O número de infetados subiu para 34 885, o que representa um acréscimo de 192, em comparação com o boletim epidemiológico de domingo.

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