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Mulheres arrependem-se após traição, homens tomam-lhe o gosto

Um estudo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia revela que homens e mulheres têm comportamentos contrários em relação à traição. Elas arrependem-se facilmente, enquanto eles só se arrependem de não o ter feito mais vezes.

O Departamento de Psicologia da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU) realizou um estudo onde conclui que homens e mulheres têm um comportamento diferente quando traem o parceiro.

Após entrevistar 237 pessoas do país entre 19 e 37 anos os investigadores concluíram que as mulheres rapidamente se arrependem da traição. Comportamento contrário tem o homem, que só se arrepende do facto de não ter aproveitado outras oportunidades de ‘pular a cerca’.

“As mulheres são as que mais lamentam por ficar uma noite fora. Os homens são os que mais lamentam por não ter outras oportunidades”

Leif Edward, professor da NTNU, explicou à revista ‘Evolutionary Psychology’ que uma em cada três mulheres disseram estar felizes com experiências de sexo casual, enquanto 50 por cento dos homens experimentam esta satisfação.

Ao mesmo tempo, oito em cada dez mulheres afirmaram estar felizes por recusar oportunidades de fazer sexo casual. Já no universo masculino apenas 43 por cento admite felicidade por ter sido capaz de ser fiel.

Segundo o mesmo investigador, este comportamento por parte das mulheres prende-se com o facto de estas se preocuparem mais sobre a as consequências perigosas das suas ações que as colocam mais facilmente em situações de risco como a gravidez e a má reputação.

Já os homens estão mais preocupados em desfrutar do sexo extraconjugal.

“Teoricamente, os homens podem gerar milhares de filhos e são limitados apenas pela necessidade de fornecimento para as mulheres férteis. No passado, aqueles que poderiam se reproduzir livremente poderiam ter tantas crianças que não se importariam se algumas não sobrevivessem . Os homens que mudavam de mulher para mulher, engravidando-as, teriam melhor resultado na corrida evolucionária”, assinala o professor, em declarações ao Globo.

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