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Mecânica do DS3 R5 traiu Carlos Martins

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Carlos Martins não teve a sorte pelo seu lado na segunda prova do campeonato nacional de ralis, uma vez que foi obrigado a desistir na sexta classificativa do Rali de Castelo Branco.

Na estreia do piloto de Serpa com o Citroën DS3 R5 em pisos de asfalto, a expetativa era grande, uma vez que a prova da Escuderia de Castelo Branco era à feição do carro francês.

E Carlos Martins e Daniel Amaral até entraram bem no rali, rodando sempre dentro do top seis da classificação geral, ganhando cada vez mais entrosamento com o seu DS3 R5 e com isto evoluindo o seu desempenho especial após especial, num rali que a exemplo do Serras de Fafe voltou a ser bem disputado com muitos e bons candidatos ao top 15 da geral.

O segundo dia de prova acabou por colocar um ponto final na prestação do piloto alentejano, com o Citroën a debater-se com problemas de direção assistida e devido ao óleo que estava a cair em cima do escape, a dupla optou por terminar por ali a sua prova.

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“Não foi o desfecho que estávamos a contar para o Rali de Castelo Branco. Estávamos a fazer uma boa evolução com o carro, conseguimos recolher muita informação ao longo da prova que me permite agora estar mais confiante para as próximas provas”, considerou Carlos Martins .

“Em termos desportivos e sendo a nossa estreia com o Ds3 no asfalto, estava a ser muito produtivo, uma vez mais o nível competitivo foi muito bom, mas derivado aos riscos que corríamos em continuar em prova e por nossa segurança, optamos por parar. Ainda assim saímos daqui confiantes de até onde poderemos chegar e que venha agora a próxima prova”, acrescentou o piloto de Serpa.

Fotos: Nuno Pimenta

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