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Maria Vieira insinua que nova PGR vai arquivar casos de Sócrates, Vara e Ricardo Salgado

Maria Vieira já comentou, a partir do Brasil, o tema do momento na política portuguesa: a troca da procuradora-geral da República, com Joana Marques Vidal a não ser reconduzida.

A ‘parrachita’ ataca António Costa, como seria de esperar (é bem conhecida, nas redes, a sua aversão à esquerda), e Marcelo Rebelo de Sousa.

“Depois de um trabalho unanimemente considerado como exemplar na função de procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal é afastada do cargo através de um aparente conluio levado a cabo por Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa”, frisou.

A atriz acusou ainda o primeiro-ministro e o Presidente de não terem “qualquer tipo de vergonha” em afastar Joana Marques Vidal.

“Já agora, espero que Marcelo Rebelo de Sousa resolva aplicar essa regra [dos mandatos únicos] a si próprio e decida não se recandidatar à Presidência da República”, provocou Maria Vieira.

No caso de António Costa, a ‘parrachita’ insinuou que pretendeu beneficiar os socialistas José Sócrates e Armando Vara, a contas com a justiça.

“Com esta estranha decisão, uma coisa parece por demais evidente: se os longos e recheados processos de gente como José Sócrates, Ricardo Salgado, Armando Vara e outros que estavam sob a alçada de Joana Marques Vidal forem arquivados e os arguidos envolvidos nos mesmos forem considerados inimputáveis e/ou inocentes, não precisamos pensar muito para descobrir o motivo pelo qual a agora ex-procuradora-geral da República foi substituída”, argumentou.

A concluir, Maria Vieira defendeu o benefício da dúvida a Lucília Gago, a sucessora de Joana Marques Vidal, “apesar de todas as suspeitas”.

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