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Maria Leal: “Muita gente vaticinava que a minha carreira não durava mais de um mês”

Maria Leal terminou o ano com um balanço da carreira, lembrando que muitos críticos diziam que não ia sequer durar “mais de um mês”. “Quem decide são os fãs, e, nesse aspeto, bati qualquer um”, respondeu.

Numa entrevista à TV Mais, a artista admitiu que partiu para este segundo ano de carreira com a ambição de se afirmar em pleno, depois de um primeiro ano em que foi encarada como uma “curiosidade”.

“Tenho noção de que as pessoas tinham alguma curiosidade em ver algo a que não estavam habituados. Este ano foi bem diferente”, salientou.

“Consegui criar o meu público e formar um grupo enorme de fãs”, continuou.

A fechar 2018, Maria Leal orgulha-se de ter conseguido “vencer com muita humildade e sem pisar alguém”, embora tal tenha acontecido, como disse noutra parte da entrevista, “contra tudo e contra todos”.

“Foi muito difícil lidar com tantas críticas de tantas pessoas, algumas delas muito conhecidas do grande público”, confessou.

Ainda sem “perceber esse ataque pessoal”, a artista orgulhou-se de manter “uma agenda preenchida”.

“Muita gente vaticinava que a minha carreira não durava mais de um mês. A resposta está aqui”, contrapôs.

“Quem fala mal nunca se pode esquecer que quem decide se és bom ou mau são os fãs, e, nesse aspeto, bati qualquer um”, afirmou Maria Leal.

A artista foi ainda confrontada com as acusações do ex-marido, Francisco d’Eça Leal, sobre ter gasto uma herança milionária.

“Tive dois dias em que só chorava, porque tudo aquilo era uma injustiça”, revelou.

“Foi um ‘abre olhos’ e um aviso para perceber que nem todos os seres humanos são aquilo que tu és”, continuou Maria Leal, crente de que só foi visada pelo programa ‘Vidas Suspensas’ para dar audiências à SIC.

“Mas alguém tem alguma dúvida? Vejam as audiências do programa e percebem por que razão o meu nome apareceu”.

Foi também o ano em que Maria Leal criou uma música de apoio à Seleção. Reveja.


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