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Maria Cerqueira Gomes confessa “admiração” por Cristina e pede concorrência “saudável”

Maria Cerqueira Gomes partilhou um texto em jeito de desabafo sobre os primeiros tempos de apresentação do ‘Você na TV’ ao lado de Manuel Luís Goucha. A apresentadora lamenta a pressão mediática e revela “admiração” por Cristina Ferreira.

Começando por lembrar os primeiros passos que deu na televisão, então no Porto Canal, Maria Cerqueira Gomes faz um balançou desses anos passados no canal nortenho mas também das primeiras semanas na TVI.

A apresentadora mantém firme o compromisso de “muito trabalho, dedicação e boa disposição”.

“Muita vontade de evoluir e de não desiludir quem acreditou em mim para assumir esta enorme responsabilidade”, salienta Maria Cerqueira Gomes, que lamenta o que se tem passado “fora do pequeno ecrã” onde “estão os “verdadeiros problemas”.

“Fui-me preparando mentalmente para a exposição a que iria ser submetida. Sabia que a minha vida privada deixaria, de certa forma, de ser tão privada.. o problema é que era impossível ter-me preparado para o que tenho visto diariamente na imprensa e nas redes sociais”.

As “guerras” e os “insultos” deixam Maria desconfortável, apontado o dedo a algumas notícias “totalmente fictícias” que a deixam numa “realidade difícil de encarar”.

“Não que me afete, diga-se. Mas custa-me ver a propagação gratuita da mentira e do ódio, como se não chegassem os verdadeiros problemas do nosso mundo”, escreveu num desabafo no seu blogue.

Para o futuro, Maria Cerqueira Gomes deixa alguns desejos.

“Que se fale mais do amor e da verdade. Da boa relação com toda a minha família, que sempre me apoiou e que o continuará a fazer diária e incondicionalmente. Da aceitação de que podemos ter opiniões e preferências diferentes e que isso não faz de nós inimigos de ninguém.”

Também para Cristina Ferreira fica uma palavra de Maria Cerqueira Gomes que confessa “admiração” pela apresentadora da SIC que durante anos apresentou o ‘Você na TV’ ao lado de Manuel Luís Goucha.

Maria Cerqueira Gomes assume que a “concorrência” se quer “saudável”.

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