Cultura

Marco Rodrigues regressa com ‘Fados do Fado’, o quarto álbum (com vídeo)

Marco Rodrigues está de volta: ‘Fados do Fado’, o seu quarto álbum, vai ser editado a 10 de julho, com o selo da Universal Portugal. Com produção de Diogo Clemente (que já trabalhou, por exemplo, com Mariza ou Raquel Tavares), ‘Fados do Fado’ é um registo genuinamente diferente num percurso, desde sempre, ímpar – pela primeira vez sem originais, é um disco dedicado aos homens do fado.

 ‘A Rosinha dos Limões’ é a primeira amostra do disco que chega às lojas a 10 de julho, assinalando o arranque das edições mundiais à sexta-feira.

“O fado vive da criatividade dos intérpretes”, diz o próprio Marco Rodrigues. No entanto, em ‘Fados do Fado’, a reverência estende-se a outros homens – aos que cantaram o fado, sim, mas também aos que o compuseram e aos letristas que deram a palavra a “fados que fazem parte do meu crescimento, que ouvi ao vivo por vários intérpretes ou que aprendi a cantar com outros discos”.

‘Ai Se os Meus Olhos Falassem’ ou ‘Trigueirinha’, ‘Vendaval’ ou ‘A Rosinha dos Limões’, o primeiro single, são pedras preciosas que remetem para nomes como Carlos do Carmo mas também para Tristão da Silva, Jorge Fernando ou Tony de Matos, entre tantos outros.

E marcam a viagem de ‘Fados do Fado’, que foi gravado no Estúdio 6, com Diogo Clemente na viola, e as guitarras portuguesas a ganharem vida com Ângelo Freire, Guilherme Banza e Luís Guerreiro.

Ao chegar às lojas a 10 de julho, o quarto álbum de Marco Rodrigues carrega, ainda, uma novidade: foi essa a data escolhida, mundialmente, para a sincronização dos novos lançamentos.

Em todo o globo, a partir de 10 de julho, quando se pensar em edições, pensa-se em sexta-feira – tornando a despedida da semana uma espécie de dia oficial da música.

Vencedor da Grande Noite do Fado, em 1999, e do Prémio Revelação Amália Rodrigues, em 2007, ao longo de mais de década e meia de carreira, o fado de Marco Rodrigues já viajou pelo país e pelo mundo, com concertos em Londres, no Royal Festival Hall, com Mariza, ou no HSBC, em São Paulo, com Maria Gadu.

Estreou-se nos discos em 2006, com ‘Fados da Tristeza Alegre’, ao qual se seguiram ‘Tantas Lisboas’ e ‘EntreTanto’, álbuns que apresentaram um fadista sedento de conhecimento mas também numa constante senda por novas experiências. Ao quarto registo, no entanto, Marco Rodrigues dá um passo de gigante: ‘Fados do Fado’ é, mesmo, o seu disco de afirmação.

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