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Marcelo diz que o país tudo fará para vencer as “forças da natureza”

Um ano depois dos grandes fogos de outubro, o Presidente da República previu que Portugal tudo fará para vencer as forças da natureza, para que nem seja concebível a história repetir-se.

“Não mais seremos derrotados. Nesse combate [com as forças da natureza], no que estiver nas nossas mãos, tudo faremos para as derrotar. É essa a mensagem desta noite”, vincou o Presidente da República, que discursava em Viseu, durante a cerimónia de inauguração da exposição “Dever de Memória”, com fotografias dos fotojornalistas Nuno André Ferreira, da agência Lusa e Cofina, e Adriano Miranda, do jornal Público.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, não chega dizer que não se vai repetir aquilo que aconteceu a 15 de outubro de 2017, sendo necessário “criar um Portugal maior e melhor, para que nem sequer seja concebível que aquilo que foi vivido se possa repetir”.

Fazendo uma alusão não apenas ao incêndio de outubro, mas também aos estragos causados pela tempestade Leslie, o chefe de Estado notou que não é possível controlar este tipo de fenómenos – cada vez mais frequentes devido às alterações climáticas -, mas acredita que o país é capaz de criar “o cimento social” para permitir enfrentar “essas forças da natureza e vencê-las”.

Durante o discurso, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que a vivência dos grandes fogos de Pedrógão Grande e de 15 de outubro são “a memória mais impressiva” de toda a sua vida.

“Mas dela retirava lições e todos nós retirávamos lições”, vincou, referindo que aqueles que viveram a tragédia de 2017 fazem parte de “um Portugal confiante, um Portugal sem medo, um Portugal determinado, um Portugal vencedor que aqui está para afrontar o futuro”, salientou.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, a memória é “uma lição”, mas também “uma afirmação de esperança”, voltando a frisar, como tinha referido um ano após o incêndio de Pedrógão Grande, que “o futuro já começou a ser construído”.

Nos incêndios de outubro de 2017 na região Centro, morreram 50 pessoas e cerca de 70 ficaram feridas, tendo sido destruídas total ou parcialmente cerca de 1.500 casas e mais de 500 empresas.

Lusa

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