Motores

Manuel Gião e Henrique Van Uden dividem primeiros louros da KIA Picanto GT Cup

Foi num ambiente de grande festa que os pequenos KIA Picanto GT Cup se estrearam em competição, com Manuel Gião e Henrique van Uden a imporem-se no primeiro confronto na Rampa da Falperra.

Para o jovem Van Uden foi um ‘conto de fadas’, já que se trata de um estreante, que depois de vencer a KIA Racing Opportunity voltou a demonstrar todo o seu valor, e logo diante de um público vibrante, presente em grande número para a assistir à etapa portuguesa do Campeonato da Europa de Montanha.

Já com outra experiência no automobilismo, Manuel Gião aproveitou as duas sessões de treinos livres para aprimorar o conhecimento do Picanto GT Cup, conseguindo um tempo que superou todos os presentes – 2m49,046s.

Van Uden ficou a 0,829s de Gião, que seria o crónico vencedor caso pontuasse para esta prova, o que não é possível dado o seu estatuto de convidado Kia. O jovem piloto do carro # 141 foi assim o vencedor oficial, à frente de Hugo Araújo e de Filipe Serra, um nome mais habituado às ‘andanças’ do todo-o-terreno como navegador.

Para Hugo Van Uden, com um passado ligado às motos, este êxito foi uma boa surpresa: Sinto-me realmente afortunado por estar a viver este momento. Sem o Kia Racing Opportunity, nunca o teria conseguido. Tenho encarado este desafio com o intuito de me divertir. Mas aplicando igualmente uma postura profissional, porque gosto de encarar as coisas de forma séria. A verdade é que tudo tem acontecido a uma velocidade incrível, da atenção mediática no Facebook, ao meu desempenho e evolução ao volante. Só penso em manter a concentração e o divertimento nas provas seguintes”.

Já para Manuel Gião o desafio lançado pela Kia foi “como uma aprendizagem, porque foi a primeira vez que fiz uma rampa. Mas igualmente com a perfeita noção de que tenho esse ónus de responsabilidade de ser um piloto experiente, e de ter as pessoas sempre à espera de que eu faça um resultado melhor do que todos os outros”.

O piloto lisboeta diz que esta participação “não foi tarefa fácil, até porque todas as subidas foram marcadas por condições distintas: muita água, muita lama e com a estrada totalmente seca. Foi sempre uma grande emoção, porque tive sempre que improvisar um pouco, mas o resultado e a diversão foram excelentes”.

 

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