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Malato faz crítica violenta à Fundação Champalimaud

José Carlos Malato voltou a atacar a Fundação Champalimaud, criticando a ausência de cuidados paliativos quando recebeu um donativo de 50 milhões de euros.

Nos últimos dias de vida do pai, o apresentador da RTP já tinha denunciado o “jugo pseudo misericordioso dos beatos (im)piedosos” da fundação.

Agora, Malato voltou à carga, nas redes sociais, questionando a falta de cuidados paliativos depois da Fundação Champalimaud ter recebido 50 milhões de euros da família dos fundadores da Danone, destinados à construção de um centro de pesquisa e tratamento do cancro do pâncreas.

“Ora, os laboratórios precisam de tecido humano para investigar. Os médicos precisam de doentes que, voluntariamente, decidam sujeitar-se aos tratamentos inovadores e experimentais. Sem eles, nada feito, (apesar dos ratinhos)”, salientou.

Se alguns dos voluntários melhoram e outros conseguem estabilizar a doença, também há os que, “por razões várias, acabam por piorar e morrer”.

E é neste ponto que a Fundação Champalimaud irrita José Carlos Malato, uma vez que não promove cuidados paliativos.

“Pessoalmente, gostaria que algum desse dinheiro fosse canalizado para a criação de uma verdadeira unidade de cuidados paliativos. Assim, talvez os doentes terminais conseguissem ter uma morte tão digna quão digno foi a forma como os trataram enquanto eram experimentos”, reiterou.

Aos 54 anos, Malato não esconde o quanto lhe tem “custado” o luto pela perda do pai, a quem costuma dedicar textos de carinho nas redes sociais.

O apresentador namora com João Caçador, que se dedica à música e tem sido uma presença constante nas redes sociais de Malato.

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