Ásia

Mais de 23 milhões visitaram Macau nos primeiros sete meses do ano

Mais de 23 milhões de pessoas visitaram Macau nos primeiros sete meses do ano, um aumento de mais de 20 por cento face a igual período do ano passado, indicam dados oficiais divulgados hoje.

Entre janeiro e julho, o número de excursionistas ((12.614.555)) e de turistas (11.200.311) aumentou 33,6 por cento por cento e 7,7 por cento respetivamente, em termos anuais, totalizando 23.814.866 de visitantes, segundo a Direção dos Serviços de Estatísticas e Censos (DSEC).

Por visitante entende-se qualquer pessoa que tenha viajado para Macau por um período inferior a um ano, um termo que se divide em turista (aquele que passa pelo menos uma noite) e excursionista (aquele que não pernoita).

Nos meses em análise, os visitantes permaneceram em Macau por um período médio de 1,1 dias, menos 0,1 dias, em termos homólogos.

A maioria dos visitantes que entraram em Macau, até julho, vieram do interior da China (16.884.398)), mais 21,7 por cento em relação ao período homólogo do ano passado.

Já os visitantes da Coreia do Sul (505.512), de Hong Kong (4.329.336) e de Taiwan (632.272)) cresceram 4,6 por cento, 22,1 por cento e 0,9 por cento respetivamente.

Só no mês de julho, visitaram Macau 3.530.233 de pessoas, um aumento de 18,9 por cento em relação ao período homólogo do ano passado.

Na semana passada, a responsável pela entidade que gere o setor no território afirmou que as agências de viagens estão a excluir Hong Kong dos pacotes turísticos por causa dos protestos e os últimos números continuam a mostrar crescimento de turistas em Macau, disse hoje a responsável pela entidade que gere o setor no território.

“Muitas agências de diferentes países, sobretudo daqueles que têm acesso direto a Macau, estão a fazer uma mudança nos seus pacotes para não incluírem Hong Kong”, afirmou a responsável da Direção dos Serviços de Turismo (DST) de Macau, Maria Helena de Senna Fernandes.

Hong Kong e Macau integram um pacote muito popular entre as agências de viagens chinesas, mas os protestos pró-democracia na ex-colónia britânica, desde junho, estão a obrigar a indústria a ajustar a oferta, explicou.

A alteração contempla a inclusão de outras cidades chinesas vizinhas às duas regiões administrativas especiais, ou Macau como destino único, acrescentou Senna Fernandes.

Em 2018, Macau bateu o número recorde de turistas: 35,8 milhões, um aumento de 9,8 por cento em relação a 2017.

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