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Luís Mota sobe ao pódio no Alentejo

A campanha de Luís Mota e da equipa Competisport na Taça Nacional de Ralis Terra prosseguiu no Alentejo, com duas provas onde teve sortes diferentes. Na primeira , o Rali For do Alentejo – Cidade de Serpa, onde desistiu, e no Rali Vila do Bispo, onde foi terceiro.

Em Serpa a equipa alinhou também com André Rodrigues, mas também ele não teve sorte, já que nem sequer arrancou para a prova.

“A prova não correu nada bem para a nossa equipa. O André Rodrigues não chegou a arrancar, fruto do pára-brisas ter ficado danificado na ligação para as verificações técnicas e não ter sido possível resolver a situação! O Luís Mota foi obrigado a desistir após uma passagem violenta num charco de água onde partiu-se a ventoinha do radiador, danificando o mesmo”, explicou André Mota, o coordenador da Competisport.

A equipa do Cartaxo seria mais feliz em Vila do Bispo, onde Luís Mota e Alexandre Ramos utilizaram um Mitsubishi Evo IX completamente revisto para pisos de terra. Além de serem terceiros na classificação geral absoluta foram segundos na Taça Nacional.

André Mota explica que não foi possível fazer melhor, porque as especiais deste rali tinham retas muito longas e o Mitsubishi tem especificações de um Grupo N de PWRC, “pelo que é um carro que tem um restritor de ar mais pequeno (33mm) do que o permitido pelo regulamento, disponibilizando pouca potência, de modo a ser mais fiável nos ralis longos do Campeonato do Mundo”.

O coordenador da Competisport diz também que o carro de Luís Mota tem um novo motor, turbo e caixa sequencial, pois a ideia era passa-lo para o grupoX3. Só que os regulamentos para 2018 vão mudar e por isso esta configuração poderá não a ser a adotada pela equipa para a próxima época.

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