Desporto

Luís Castro quer Vitória de Guimarães mais eficaz no duelo com o Feirense

O treinador do Vitória de Guimarães, Luís Castro, reconheceu hoje que a sua equipa precisa de aumentar a eficácia face aos últimos jogos, para derrotar o Feirense, na 19.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Sexto classificado, com 28 pontos, o clube vimaranense marcou um golo nos últimos cinco jogos, e de penálti – Tozé, ao Moreirense (triunfo por 1-0) -, e o técnico admitiu ser necessário melhorar a finalização em Santa Maria da Feira, apesar das boas exibições, a seu ver, realizadas nos dois últimos jogos, ambos com o Benfica, para a Taça de Portugal e para o campeonato – derrotas por 1-0.

“Em termos exibicionais, gostaríamos de manter esses níveis [dos jogos com o Benfica] no próximo jogo e de ter uma boa dinâmica defensiva e ofensiva. A nível da eficácia na finalização, gostaríamos de a aumentar e de chegar ao golo, em algumas das situações criadas ao longo do jogo”, disse na conferência de antevisão ao jogo de segunda-feira, às 21:15.

O ‘timoneiro’ assumiu que a finalização tem sido uma das prioridades da semana de trabalho que antecede o duelo com o Feirense, equipa que ocupa a 17.ª posição, com 14 pontos, e não vence para a I Liga há 16 jogos – o último triunfo foi precisamente sobre o Vitória, em Guimarães (1-0).

Para Luís Castro, os ‘fogaceiros’ vão proporcionar um “jogo em contexto difícil”, até porque se reforçaram no mercado de transferências de inverno – contrataram o guarda-redes André Moreira, o médio Aly Ghazal e o avançado Petkov -, e devem-se apresentar num esquema 4x4x2, com Crivellaro a poder substituir o castigado Tiago Silva no meio-campo.

Na presente janela de transferências, o Vitória tem optado por encurtar um plantel que tinha 30 jogadores, pois já oficializou os empréstimos de Celis, ao Colón, da Argentina, e Victor Garcia, ao Famalicão, bem como a rescisão de Junior Tallo.

O treinador vitoriano disse que o emagrecimento do plantel já “estava planeado”, tendo em conta os interesses do clube e dos jogadores em questão, e possibilita uma “gestão mais objetiva” do trabalho diário.

“Quando se tem 30 jogadores, e só podem jogar 11, a matemática é fácil. Há 19 jogadores que não jogam e, ao não jogarem, há uma natural insatisfação, mesmo que não se manifeste no trabalho diário. É demasiado”, admitiu.

Questionado sobre o eventual reforço do plantel nesta fase, o técnico realçou que há sempre “espaço para a entrada de qualidade” e acrescentou que a transição para a próxima época já está também definida, prevendo “uma ou outra alteração no plantel”.

O Vitória de Guimarães, sexto classificado, com 28 pontos, defronta o Feirense, 17.º e penúltimo, com 14, às 21:15 de segunda-feira, no Estádio Marcolino de Castro, em Santa Maria da Feira.

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