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Local do homicídio de Luís Grilo “foi a residência do casal”

A Polícia Judiciária acaba de avançar com mais pormenores sobre o crime que retirou a vida ao triatleta Luís Grilo, de 50 anos. O crime foi cometido na “residência do casal”, no dia 15 de julho, em coautoria, com a mulher da vítima e um oficial de justiça como suspeitos. “Não há vestígios da bicicleta”, informa a PJ, o que deita por terra a tese de Rosa Grilo, que revelou que o marido tinha saído de casa para um treino.

A Polícia Judiciária prestou mais esclarecimentos sobre o crime que retirou a vida ao triatleta Luís Grilo.

De acordo com as suspeitas daquela autoridade, na origem do homicídio estão “motivações de natureza financeira e sentimental”.

O crime foi praticado no dia 15 de julho em coautoria, com Rosa Grilo e um homem, oficial de justiça, como únicos suspeitos.

Não há vestígios da bicicleta, o que deita por terra a tese da mulher, que garantiu que Luís Grilo tinha saído de casa para treinar.

O local do homicídio terá sido a residência do casal.

“A investigação apurou que os factos terão ocorrido no passado dia 15 de julho, tendo a vítima sido atingida por um disparo de arma de fogo na caixa craniana, o qual lhe terá provocado a morte”, adiantara a PJ na manhã desta quinta-feira.

As autoridades procederam à “recolha e análise de indícios de natureza técnica e científica”, o que justifica o tempo necessário até à detenção dos suspeitos.

“Quando avançámos para a operação, tivemos a certeza absoluta de que estávamos no caminho certo”, esclarece a Judiciária.

“A investigação foi feita com rigor e exigência. Investigar para deter e não o contrário”, garante a PJ, que não tem dúvidas de que encontrou todas as respostas para este crime.

Os detidos serão presentes, amanhã, a primeiro interrogatório judicial, no qual serão sujeitos à aplicação das medidas de coação processual adequadas.

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