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Vamos lá acabar com a polémica das cores da Torre Eiffel?

Durante o Euro’2016, habituámo-nos a ver o icónico monumento parisiense pintado com as cores da seleção vencedora. E depois da final, não vimos o verde e o vermelho. Fúria francesa? Não. Vamos lá acabar com esta polémica injustificada.

Portugal foi alvo de ataques inqualificáveis, por parte de alguma imprensa e de comentadores pouco esclarecidos. Acresce que a vitória no Euro’2016 deu origem a uma desilusão nas hostes gaulesas. Pensou-se que a Torre Eiffel não ficou pintada com as cores lusas por mau perder dos franceses. Mas há que corrigir esse erro.

Durante o Euro’2016, entre 10 de junho e 10 de julho, fomos habituados a ver o icónico monumento pintado com as cores de diferentes seleções, quase sempre as vencedoras.

Associou-se esse facto a uma homenagem aos vencedores. E só reparámos no verde e vermelho da Torre Eiffel quando superámos mais uma barreira rumo à vitória.

Na final, o triunfo brilhante de Portugal diante da França gerou a expectativa: a Torre Eiffel vai pintar-se de novo com as nossas cores. Tal não aconteceu e pensou-se que era uma forma de mau perder.

Porém, na realidade, as cores da torre nunca foram determinadas pelo resultado do jogo.

A cidade de Paris e a operadora de telefónica Orange levaram a cabo uma iniciativa original, que permitia aos fãs do futebol escolher, através do Twitter, a cor da iluminação da Torre Eiffel.

O monumento iria iluminar as cores do país mais citados na rede social. E a iniciativa tinha sido noticiada em maio. Como por regra os vencedores eram os mais citados, dava-se essa coincidência. E a desinformação levou a este mal-entendido.

Depois da final, França foi a seleção mais citada – apesar da vitória de Portugal. Não houve qualquer mudança de planos na iluminação da torre e não nos devemos desviar do essencial: independentemente das homenagens, Portugal é campeão da Europa, com toda a justiça. E conquistou esse título em casa do adversário.

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