Tecnologia

iPhone 7 mostra que a Apple parou de inovar

iphone_6s_aple_apresentaçaoJá são conhecidas algumas novidades que podem integrar o sucessor do iPhone 6S, o iPhone 7. Embora se tratem de rumores, a verdade é que os mesmos chegam de fontes cada vez mais confiáveis, como o The Wall Street Journal.

Entre os vários rumores já lançados, é possível perceber que não haverá grandes inovações na próxima geração do iPhone, se não contarmos com a câmara dupla que, mesmo essa, não é já uma inovação, basta olhar para a Huawei.

Outras das novidades apontadas pelos vários rumores que já circulam há bastante tempo pela internet, podemos também contar com um iPhone 7 de maior capacidade de armazenamento, a começar nos 32GB, carregamento sem fio e possibilidade de ‘atrelar’ a tecnologia IP68, que tornam o dispositivo à prova de água.

Em termos estéticos, e avaliando toda a informação que dispomos até ao momento (não oficial) não se preveem mudança no iPhone 7, mantendo-se assim o mesmo design do iPhone 6.

Analisando as possíveis novidades sobre o iPhone 7 – e dizemos possíveis porque, os rumores, mesmo vindos de fontes confiáveis, podem não integrar o novo gadget da Apple – podemos concluir que a Apple parou de inovar para se dedicar à imitação dos seus concorrentes?

A verdade é que equipamentos com câmara dupla já existem, como o Huawei P9. Com carregamento sem fios idem. A Nokia foi pioneira nesse campo, já lá vão, no mínimo, uns 4 anos, desde o Lumia 820.

O mesmo acontece com a tecnologia IP68, com destaque para o gadget da Samsung, o Galaxy S7. Se a Apple tem trabalhado, e muito, o iOS, por forma a torna-lo cada vez mais destacável da concorrência, o mesmo não se prende com as tecnologias implementadas no seu smartphone.

Longe vão os tempos em que a marca de Cupertino fazia a diferença a cada apresentação do iPhone, e muito se deve às marcas asiáticas, como Huawei e Samsung que têm mostrado que é possível inovar mesmo com o mercado dos smartphones superconcorrido.

O Galaxy S7 EDGE é bem a prova disso. A marca da maçã terá de começar a fazer contas à vida e apresentar algo realmente inovador, ou corre o risco de se tornar numa nova Nokia.

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