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Internet: Portugueses estão protegidos basicamente mas não sabem detectar ameaças

internet_explorer_1A conclusão é retirada de um estudo que analisou o comportamento dos utilizadores na rede. Segundo o mesmo, os portugueses estão dentro da média europeia, ou seja, têm por norma um software de protecção, mas ainda estão ‘verdes’ quanto à capacidade de detecção de fraudes, por exemplo.

O portal MSN levou a cabo um estudo para analisar como as pessoas se comportam quando estão ligados à Internet. No Microsoft Computing Safety Índex, Portugal conseguiu uma pontuação de 44 pontos em 100. O número parece baixo mas na verdade está dentro da média dos resultados obtidos no resto dos países europeus.

Começando pela protecção básica, um software antivírus, 83 por cento dos portugueses usa, mas fica-se por aí. Cerca de 23 por cento dos utilizadores não tem qualquer conhecimento de como proteger a sua identidade online ou impedir o roubo da mesma, ou seja, há uma grande percentagem de portugueses que acha que um simples antivírus resolve todos os problemas.

Já no caso das passwords, utilizadas hoje em centenas de sites que visitamos diariamente, apenas pouco mais de metade dos utilizadores em Portugal (53 por cento) afirma que utiliza uma combinação de minúsculas com maiúsculas, juntamente com números ou símbolos.

O mesmo estudo abordou também a questão dos smartphones, aparelho cada vez mais presente no dia-a-dia dos portugueses. Aqui, a protecção fica mesmo para segundo plano. Segundo os dados da Microsoft, apenas 20 por cento utiliza protecção básica no telemóvel.

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