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“Temos de iniciar já construção de novos compromissos”, Mariana Vieira da Silva

A coordenadora da moção do secretário-geral do PS, Mariana Vieira da Silva, defendeu hoje que os socialistas têm de preparar já os novos compromissos que vão apresentar aos portugueses nas próximas eleições legislativas.

Mariana Vieira da Silva, também secretária de Estado Adjunta do primeiro-ministro, falava perante o 22º Congresso Nacional do PS, na Batalha, distrito de Leiria, na apresentação da moção de orientação política “Geração 20/30” – documento que tem como primeiro subscritor o líder partidário, António Costa.

“Precisamos de, a partir de hoje, construir novos compromissos e novas garantias a dar aos portugueses nas próximas eleições legislativas”, disse, já depois de ter rejeitado críticas de que a moção “Geração 20/30” se caracteriza por ser um documento extremamente vago.

“Nos últimos quatro anos apresentámos documentos como o ‘Mobilizar Portugal’, Agenda para a década”, cenário macroeconómico e o programa eleitoral [para as legislativas de 2015]. Disseram também que eram documentos vagos ou irrealistas, com cenários cor-de-rosa, ou com conceitos excessivamente detalhados. Porém, esse longo processo trouxe-nos bons resultados”, sustentou a dirigente socialista.

De acordo com Mariana Vieira da Silva, para que o PS “continue no caminho certo” tem de definir desde já novas prioridades estratégicas e desenhar as políticas necessárias para depois as executar.

Mariana Vieira da Silva referiu-se depois aos quatro eixos da sua moção: O combate às alterações climáticas e às desigualdades, a demografia e os desafios da sociedade digital.

Na questão do combate às alterações climáticas, defendeu a aposta nas energias renováveis e na mobilidade partilhada, enquanto que face à crise demográfica considerou essencial a luta contra a precariedade, a par da adoção de uma política nacional de atração de imigrantes e de regresso de emigrantes.

Em relação à sociedade digital, Mariana Vieira da Silva sustentou a importância de conciliar a inovação tecnológica com a proteção social.

Já no que respeita ao combate às desigualdades, a coordenadora da moção “Geração 20/30” definiu como metas centrais a aposta na educação ao longo da vida e a convergência salarial, não apenas em relação à União Europeia, mas, igualmente, ao nível interno.

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