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INE deve confirmar hoje crescimento de 1,8 por cento no 2.º trimestre face a 2018 e 0,5 por cento em cadeia

O Instituto Nacional de Estatística (INE) deve confirmar hoje que a economia portuguesa cresceu 1,8 por cento no segundo trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018 e 0,5 por cento face ao trimestre anterior.

O INE divulga hoje o destaque das Contas Nacionais Trimestrais relativas ao segundo trimestre deste ano, depois de ter revelado, na estimativa rápida publicada em 14 de agosto, que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,8 por cento entre abril e junho, face ao mesmo período de 2018, e 0,5 por cento face aos primeiros três meses do ano, mantendo o ritmo do trimestre anterior.

De acordo com a estimativa rápida do INE, face ao período homólogo, “o contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu, refletindo a desaceleração das despesas de consumo final e, em larga medida, do investimento”.

Já “o contributo da procura externa líquida foi menos negativo que o observado no trimestre anterior, em resultado da maior desaceleração das importações de bens e serviços que a observada nas exportações de bens e serviços”, informou o INE em 14 de agosto.

Relativamente ao crescimento de 0,5 por cento no segundo trimestre, em relação ao primeiro trimestre – taxa idêntica à do trimestre anterior –, o INE explicou que “o contributo da procura interna para a variação em cadeia do PIB foi negativo, após ter sido positivo no primeiro trimestre”, enquanto “o contributo da procura externa líquida foi positivo”, depois de ter sido negativo no trimestre anterior.

No primeiro trimestre deste ano o PIB português aumentou 1,8 por cento em termos homólogos, acima dos 1,7 por cento registados no trimestre anterior, e 0,5 por cento em cadeia, impulsionado pela procura interna.

O Governo prevê que a economia cresça 1,9 por cento no conjunto de 2019, acima dos 1,7 por cento previstos pela Comissão Europeia, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco de Portugal, e também acima dos 1,6 por cento antecipados pelo Conselho das Finanças Públicas.

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