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Iberian Historic Endurance ou a festa dos mais resistentes no Estoril

O Iberian Historic Endurance será uma das provas mais concorridas do Estoril Classics, já que ostenta uma grelha de 40 inscritos.

Trata-se de uma competição onde a resistência é a palavra de ordem para automóveis desportivos das décadas de 1960, 1970 e 1980, que visita o nosso país depois de ter passado por traçados como Pau, Catalunha, Spa-Francorchamps, Jarama e Jerez de La Frontera.

É a competição ibérica que adota o conceito ‘Historic Racing’, que visita o Circuito do Estoril com a promessa de batalhas entre resistentes máquinas que adotam os regulamentos para competições históricas internacionais (Anexo K).

Cada corrida tem a duração de 50 minutos, com uma ‘janela’ de tempo (entre os 20 e os 40 minutos de prova) para troca de piloto, ainda que não seja obrigatório que haja mais do que um piloto. Obrigatória é a paragem nas boxes e o tempo mínimo para a observar.

Um dos aspetos mais interessantes do Iberian Historic Endurance são os carros que preenchem a sua grelha, alguns deles raros, como é o caso do Ford Mustang que vem da Holanda ou o Ginetta G10 de 1965, dos ingleses James Guess e James Hillard.

Com um peso de apenas 900 quilos, o G10 continua a ser extremamente competitivo e, sobretudo único no mundo ainda em competição, sendo convidado assíduo para eventos como o Goodwood Revival.

Mas o Iberian Historic Endurance não terá só carros potentes. Veja-se o exemplo do Fiat 600 Abarth de António Silva, o Ford Anglia de António Castro ou os Ford Cortina Lotus de Katsu Kubota e Luís Sousa Ribeiro. Quatro exemplos de candidatos a vencer o BRM Index de Performance, que entrega ao vencedor um magnífico relógio BRM.

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