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Hyundai ainda não completamente satisfeita com o seu desempenho

Apesar da vitória de Thierry em Monte Carlo e do segundo lugar de Ott Tanak na Suécia a Hyundai Motorsport não se mostra completamente satisfeita com o desempenho dos seus i20 Coupé WRC no Campeonato do Mundo de Ralis.

Na prova escandinava foi a Toyota, por intermédio de Elfyn Evans, quem se impôs, com o galês a liderar agora o campeonato de pilotos, pelo que a terceira prova, no México, no final desta semana, é de acrescida importância para a equipa liderada por Andrea Adamo.

É o próprio italiano quem é a voz da exigência nos ralis que se seguem: “Não estamos inteiramente satisfeitos com as performances do Hyundai i20 Coupé WRC nestas primeiras provas da época, apesar de uma vitória em Monte Carlo e um segundo lugar na Suécia”.

“Nós trabalhamos duramente para conseguir o melhor conjunto em cada prova. É muito importante otimizar as nossas performances desde os primeiros ralis da época, de modo a satisfazer as nossas ambições para o resto do campeonato”, reitera Adamo.

Thierry Neuville ocupa atualmente o segundo lugar no campeonato, com os mesmos pontos de Elfyn Evans, sendo que vai para o México ciente do desafio que tem pela frente, numa prova em que subiu ao pódio duas vezes – em 2014 e em 2017.

Para o belga a tarefa é difícil, mas uma ‘prova dos nove’ única para si e para a equipa: “O Rali do México é a primeira prova do ano com as temperaturas elevadas. A altitude é elevada e as especiais são bastante extensas. As condições são duras, especialmente para os primeiros carros na estrada”.

“Tenho recordações muito boas do México, nomeadamente com o nosso primeiro pódio pela Hyundai. Mas ainda não consegui vencer lá, pelo que espero que isso mude este ano”, acrescenta Neuville.

Ott Tanak também nunca venceu na prova centro-americana, mas o estónio também procura o seu primeiro êxito pela equipa da marca coreana: “Estou contente por ter conseguido o meu primeiro pódio com a Hyundai na Suécia, mas a situação é muito diferente no México. Será duro fisicamente, nomeadamente a altitude e menos oxigénio. É preciso ter uma pilotagem ‘limpa’ e fluída, dado que a potência do motor é menor. Ser-se eficaz”.

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