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Holanda é o primeiro país do mundo sem cães abandonados

A Holanda tornou-se no primeiro país do mundo sem cães nas ruas. E não foi necessário sacrificar a vida de qualquer um deles. Conheça as soluções encontradas para pôr cobro a este verdadeiro flagelo.

Estima-se que, em todo o mundo, existam mais de 600 milhões de cães que vivem nas ruas, ou porque foram abandonados pelos donos, ou porque não há políticas que combatam a reprodução de animais de rua.

Os canis são a péssima ‘solução’. Recolhem-se os animais, que vão para abate, combatendo-se um drama com outro drama. “Não há alternativa”, argumentam os defensores desta política.

Pois bem, a Holanda dá uma lição e prova que há alternativa. Aquele país transformou-se no primeiro em todo o mundo a acabar com os cães abandonados. E não teve de abater um único.

Como foi possível este ‘milagre’? Não há milagre. Apenas inteligência e medidas que acabam com o mal pela raiz.

Para conseguir este feito, o governo aplicou um plano que assenta na punição e na prevenção.

Em primeiro lugar, aprovou leis duras para quem abandona animais. Fazê-lo pode implicar o pagamento de multas de milhares de euros.

Mas punir não basta. É preciso prevenir. E aqui entramos noutro pilar: em permanência, divulgam-se campanhas para a castração animal e para a consciencialização, para evitar o abandono e a reprodução.

Ao mesmo tempo, a Holanda aprovou um aumento de impostos para quem compra um cão de raça, o que encoraja a adoção.

De forma simples, aquele país foi reduzindo o número de cães que viviam nas ruas e convenceu os holandeses que pretendiam ter o melhor amigo a adotá-lo, em vez de o comprar.

E assim, sem sacrificar vidas, encontrou-se a solução para um problema que parece não ter fim à vista.

Em Portugal, milhares de pessoas estão envolvidas em projetos para salvar a vida de animais abandonados, o que implica um esforço tremendo, com custos elevados.

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