Fórmula 1

Haas tenta soluções aerodinâmicas para os seus problemas atuais na Alemanha

Haas vai utilizar um novo ‘pacote’ aerodinâmico num dos seus monolugares no Grande Prémio da Alemanha de Fórmula 1, que se disputa dentro de uma semana.

Na prova anterior, na Grã-Bretanha, nenhum dos pilotos da equipa norte-americana terminou, depois na Áustria a corrida realizada por Romain Grosjean e Kevin Magnussen ter sido uma autêntica desilusão.

Para a Alemanha Magnussen usará o novo ‘package’ no Haas # 20, enquanto no # 8 Grosjean alinhará com elementos utilizados na primeira prova da época, na Austrália. É uma espécie de busca desesperada por parte da formação liderada por Gunther Steiner.

“Não estamos certos de que a evolução levada para Barcelona foi melhor do que a versão inicial. Como sabem não conseguimos recolher muitos dados em Inglaterra. Vamos manter esta estratégia para Hockenheim, que é uma pista diferente de Silverstone, com temperaturas diferentes e bem mais elevadas”, explica o chefe da Haas.

Tudo indica que o objetivo da equipa é avaliar a utilidade dos dois ‘pacotes’ e escolher qual será a solução escolhida em função da performance evidenciada na Alemanha, conforme enfatiza Steiner: “Do ponto de vista das regulações não é um grande problema. Cada piloto dispõe de uma equipa de engenheiros dedicada. O que traz ganho é a recolha e a comparação de dados da equipa para a fábrica”.

“Quando tivemos a evolução na Catalunha não me sentia à vontade com o trem traseiro, sobretudo nas curvas de média e alta velocidade. As sensações não melhoraram depois, enquanto com o pacote de Melbourne o carro reagia melhor”, explica por sua vez Romain Grosjean.

Gunther Steiner diz que se a solução não é perfeita, pelo menos limita as perdas: “Possui menos apoio mas tem uma melhor estabilidade. É a melhor melhoria que possuímos de momento”. Uma situação que acontece numa altura em que a Haas ocupa o nono posto no campeonato de construtores, apenas à frente da Williams, não tendo conseguido um único ponto desde o Grande Prémio do Mónaco em maio. O mesmo é dizer que está há quatro corridas consecutivas fora do top dez.

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