Cultura

FITCM: Clowns de La Mancha e o Óscar Branco ‘da casa’

Abre hoje o XX Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia (FITCM), para “rir disto tudo”. O primeiro a atuar é o Capitan Maravilla, de Espanha, seguido por Óscar Branco, um artista que já é ‘da casa’.

Para evitar que as celebrações da segunda dezena de edições fossem perturbadas, o FITCM foi buscar um super-herói: o Capitan Maravilla.

O grupo espanhol surgiu em 2002, com o espetáculo de clown alusivo a um super-herói bem popular em Espanha, o ‘Capitão Maravilha’, interpretado por David Morales. Em 2010, Morales e Víctor Ortiz criam ‘Mono A e Mono B’ (vídeo), que logo apresentam no exterior do Fórum da Maia, pelas 21h30.

“A mãe natureza tem o prazer de apresentar um espetáculo sem precedentes e indescritível, com dois macacos como protagonistas e personagens, que junto ao seu meio peculiar de transporte, um Mini com muitas utilidades, leva a ação a um ritmo frenético”, diz a sinopse da peça: “Humor, acrobacias e malabarismos são apenas uma pequena parte deste circo animal. O que nos terá preparado a mãe natureza?”

Depois, pelas 22h45, há Óscar Branco, que dispensa apresentações. O popular artista portuense é já um ‘habitué’ no FITCM, trazendo este ano ‘ADN’.

“Com base em factos verídicos ocorridos em Portugal, a ação desenrola-se entre um qualquer centro de arte contemporânea e um modesto bairro social”, envolvendo três protagonistas: Joana Bonito, esforçada mulher da limpeza, com o marido desempregado (por convicção) e o filho desocupado (por filosofia de vida)”.

‘ADN’, mais do que uma comédia de costumes, pretende ser um contributo para elevar à categoria de arte o que é, afinal, a nossa imagem de marca, o nosso ADN (Arte do Desenrasque Nacional).

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