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Fim de semana agridoce para Mariano Pires e César Machado

Mariano Pires e César Machado tinham grandes aspirações para a derradeira jornada das GT4 South European Series, realizada no âmbito do Estoril Racing Festival.

No entanto, aquilo que prometia ser uma prova de sucesso para os dois pilotos da Skyawalwer Racing Management acabou por ficar muito longe do desfecho imaginado.

Aos comandos do Ginetta GT4 da ABM Grand Prix César Machado conseguiu a ‘pole-position’ para a segunda corrida do programa, depois de Mariano Pires ter sido o quarto melhor na sessão de qualificação para o primeiro confronto do fim de semana.

Só que um problema eletrónico estragou os planos da dupla nortenha logo na corrida inicial, onde terminou na quarta posição. O problema persistiu para o segundo confronto – marcado por condições atmosféricas adversas –, obrigando a equipa a abandonar.

“Fiz o quarto tempo na primeira qualificação e assim que arranquei para a primeira corrida comecei a sentir o carro sistematicamente a embraiar. Ainda consegui recuperar uma posição, mas o carro esteve sempre a piorar e o César não teve qualquer hipótese. Não conseguimos perceber o que se estava a passar e ficámos longe do nosso objetivo”, desabafa Mariano Pires.

Sobre a segunda corrida César Machado recorda: Ficámos muito tempo atrás do ‘safety-car’ e sentia o carro a piorar cada vez mais com o mesmo problema da corrida 1. Quando o ‘safety-car’ entrou para as boxes, tive de entrar atrás dele, o Ginetta não andava. Não passava dos 80 km/h. A equipa julgava ter solucionado o problema. Foi uma pena”.

“Não era desta forma que esperávamos terminar a época. Mas quando a máquina não coopera não há nada que os pilotos possam fazer. Foi uma enorme frustração”, conclui o piloto de Famalicão, ciente que em circunstâncias normais, o sucesso teria sido um resultado possível.

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