Fórmula 1

Ferrari e Red Bull muito próximas segundo o chefe da equipa de Maranello

Para Mattia Binotto os atuais monolugares da Ferrari e da Re Bull estão muito próximos em termos de competitividade.

No Grande Prémio da Grã-Bretanha Lewis Hamilton conseguiu a sua 80ª vitória na Fórmula 1, e Charles Leclerc subiu ao último lugar do pódio depois de um incidente entre Max Verstappen e Sebastian Vettel que impediu o holandês de obter o terceiro posto.

Esta sucessão de acontecimentos não permitiu perceber em Silverstone quem era melhor, se a formação de Maranello se a de Milton-Keynes, já que em condições normais Verstappen terminaria à frente de Leclerc e Vettel mas Pierre Gasly atrás destes.

“A Red Bull melhorou se olharmos para os dois últimos fins de semana de corrida. Ganharam na Áustria e estavam muito bons aqui (Silverstone). O nosso conjunto e o deles são muito próximos em termos de competitividade”, afirma o líder da ‘Scuderia’.

Binotto reconhece que para os padrões da Ferrari o que conseguiu na Grã-Bretanha é insuficiente: “Para nós é uma fonte de motivação suplementar para redobrarmos os nossos esforços, melhorarmos e disputar as posições cimeiras. É dececionante não o ter sido capaz em corrida. Depois da qualificação esperávamos conseguir um resultado melhor, mas o ritmo não era suficientemente bom e ainda ainda muito trabalho a fazer”.

O italiano admite também que a Ferrari reencontrou uma falta de correlação entre os seus ensaios no túnel de vento e aquilo que revela na pista em condições bem específicas. “Na Áustria fizémos algumas medições, procurando compreender o problema, tentando perceber o que não funciona”, refere.

Para Mattia Binotto a ‘Scuderia’ ainda tem alguns ‘trunfos na manga’: “Obtivemos respostas importantes e significativas a partir do teste. Compreendemos pelo menos porque não funcionou. Devemos assim progredir e progredir de maneira evidente”.

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