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FC Porto reforça que não houve “contrapartidas” pelos emails divulgados

O FC Porto reforçou hoje, em comunicado, que não houve “contrapartida financeira ou outra” pelos e-mails que divulgou no Porto Canal, os quais diz que entregou à Polícia Judiciária “em simultâneo com o processo de denúncia pública”.

O clube refere que agora tem “a expetativa” de que “seja feita justiça nos processos em curso envolvendo atentados à verdade desportiva”, alguns dos quais “já com acusações deduzidas”.

“A detenção, na Hungria, de um cidadão português sob suspeita de vários crimes, tornada pública pela Polícia Judiciária, tem sido naturalmente objeto de notícias e comentários em torno do designado processo dos e-mails, alguns, porém, com a pretensão expressa de associar o nome do nosso clube e da sua sociedade anónima desportiva para o futebol profissional a essa detenção”, refere a nota do FC Porto.

O FC Porto alude ao ‘hacker’ Rui Pinto, que terá acedido ilegalmente aos e-mails do Benfica, e que é suspeito de praticar factos suscetíveis de integrarem crimes de extorsão qualificada na forma tentada, acesso ilegítimo, ofensa a pessoa coletiva e violação de segredo, segundo a PJ.

“O nosso Diretor de Informação e Comunicação teve conhecimento de um volumoso conjunto de e-mails, alguns importantes na sua substância por indiciarem práticas irregulares e eventualmente criminosas no plano da verdade desportiva no futebol profissional”, sustenta o comunicado do clube.

Para o FC Porto, “o teor de alguns desses e-mails foram divulgados no Porto Canal no exercício pleno do direito a informar e ser informado, ponderados todos os prós e contras face à delicadeza da matéria de fundo que apontava para eventuais práticas de tráfico de influência e corrupção”.

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