Desporto

“Neste momento o presidente do Sporting e da SAD chama-se Bruno de Carvalho”

À saída das instalações de Alvalade, Bruno de Carvalho falou aos jornalistas para explicar que a providência cautelar considerou a sua destituição como “ilícita” e que fará o “que a lei coloca” ao seu alcance.

Bruno de Carvalho falou aos jornalistas, à saída das instalações de Alvalade, onde explicou que tinha em sua posse uma das providências que “requeria a anulação à Assembleia Geral de dia 23 de junho antes da decisão judicial e suspendeu-a”.

“A justiça declarou ser ilícita [a decisão da AG], o que significa que o Sporting nada pode fazer a não ser receber-me de volta como presidente do clube e da SAD”, referiu Bruno de Carvalho.

“As pessoas de Marta Soares foram citadas no dia 1 de agosto. Ou seja, sabem que sou presidente desde aí. Estão a resistir a isto”, acrescentou.

A terminar a comunicação, antes de responder a questões, o antigo presidente referiu que não tem “objeções a ir a eleições”.

“Os Leais ao Sporting não vergam, aguentam firme. Foi uma importante vitória da democracia e da tolerância”.

Bruno de Carvalho explicou, depois, que “vão acontecer várias coisas” e que foi “recebido pelo departamento jurídico” uma vez que as pessoas da Comissão de Gestão “não tiveram coragem de nos enfrentar e mais uma vez não vão respeitar a decisão”.

O dirigente sublinhou que “neste momento, o presidente do Sporting e da SAD chama-se Bruno de Carvalho”.

“Isto alterou tudo e sabem desde dia 1 de agosto que todo o efeito da Assembleia Geral de dia 23 de junho foi suspenso, o que significa que sou o presidente, correto?”, atirou.

“Abdicar? Mas eu sou o juiz? Não abdico de lutar pela democracia. Estava lá o cartório e só quatro dias depois é que deram as coisas”, rematou.

A decisão final do tribunal ainda não é conhecida legalmente.

É esperada uma reação da Comissão de Gestão durante a tarde desta sexta-feira.

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