Economia

Energia faz preços subirem 2,9 por cento na OCDE em julho

A taxa de inflação homóloga no conjunto dos países da OCDE fixou-se nos 2,9 por cento em julho, mais uma décima do que em junho devido à subida dos preços da energia.

A subida do preço da energia foi de 11,1 por cento entre julho de 2017 e o mesmo mês de 2018, um valor que compara com os 10,4 por cento registados nos 12 meses até junho, sinalizou a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em comunicado.

A subida dos preços dos alimentos, por sua vez, manteve-se inalterada nos 1,8 por cento.

Segundo a OCDE, excluindo as variáveis de alimentação e energia, considerados os dois elementos mais voláteis, a inflação foi de 2,1 por cento em julho (mais uma décima do que em junho).

Entre os países-membros, a taxa de inflação aumentou no Canadá (cinco décimas num mês para 3 por cento), em França (mais três décimas para os 2,3 por cento), Itália (mais duas décimas para os 1,5 por cento) e no Japão (duas décimas para os 0,9 por cento).

Igualmente acelerou no conjunto da zona euro uma décima, para os 2,1 por cento.

Manteve-se inalterada nos EUA (nos 2,9 por cento), em Espanha (nos 2,3 por cento) e no Reino Unido (2,3 por cento) e baixou ligeramente na Alemanha (uma décima, para os 2 por cento).

Em Portugal, a inflação homóloga harmonizada situou-se nos 2,2 por cento, duas décimas acima da apurada em junho.

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