Tecnologia

Encriptação: Tecnológicas unem-se para proteger dados (e provocar o FBI)

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Os gigantes das tecnologias querem garantir aos utilizadores que estão protegidos do… FBI. Com a Apple no meio da polémica sobre a privacidade e a luta contra o terrorismo, Google, Facebook, Whatsapp e Twitter estão a desenvolver um reforço da encriptação dos dados.

Quais os limites para a privacidade dos utilizadores de redes sociais e serviços móveis?

A polémica estalou em fevereiro quando o FBI quis investigar o conteúdo do iPhone de um dos autores do ataque terrorista de San Bernardino (Califórnia), vendo a Apple recusar o pedido de desencriptação dos dados para não abrir “um perigoso precedente”.

A polémica rapidamente se tornou numa guerra judicial entre a tecnológica fundada por Steve Jobs e as autoridades norte-americanas, o que levou os outros gigantes da tecnologia a tomarem medidas preventivas.

De acordo com o The Guardian, Google, Facebook, Whatsapp e Twitter são apenas quatro das empresas mais famosas que já estão a avançar com um reforço da privacidade dos utilizadores, nomeadamente através de uma melhor encriptação dos dados.

Este aumento da segurança é visto com desconfiança pelas autoridades, mas a privacidade é um dos baluartes das tecnológicas de Silicon Valley.

Convém recordar que a maioria das empresas (como Microsoft, Google, Facebook, Snapchat e Amazon) manifestaram publicamente solidariedade para com o CEO da Apple, Tim Cook, neste diferendo com o Departamento de Justiça dos EUA.

O The Guardian avança que o Google está a aumentar o nível de encriptação do Gmail, o Facebook faz o mesmo na aplicação Messenger e o Whatsapp está a reforçar a privacidade dos dados referentes às chamadas de voz.

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