Desporto

Elsa Judas apaga acusação de traição a Trindade Barros

Elsa Tiago Judas acusou Trindade Barros, a escolha de Bruno de Carvalho para liderar a Assembleia-Geral, de ter traído o ex-presidente “ao fim de três meses”, eliminando mais tarde o post.

Em poucas horas, a ex-dirigente da comissão de transição da Mesa da Assembleia-Geral (MAG), órgão não previsto nos estatutos do Sporting e que não foi validado por qualquer decisão judicial, teceu várias críticas à composição das listas ontem apresentadas pela candidatura de Bruno de Carvalho.

No texto mais enigmático, a advogada referiu ter rejeitado o convite para liderar a MAG porque iria ter como colegas “pessoas para quem vale tudo… inclusive trair e espetar facas nas costas de amigos”.

As referências enigmáticas foram mais tarde substituídas por um nome: Trindade Barros, o número um para a MAG da candidatura de Bruno de Carvalho.

“Se Bruno de Carvalho foi traído por Jaime Marta Soares ao fim de três anos? Pelo Trindade Barros é ao fim de três meses”, escreveu Elsa Judas.

No mesmo texto, a ex-dirigente assumia que essa era “a única coisa” que a levou a rejeitar o convite para ser ela “a candidata a presidente” da MAG.

“Pensei que Bruno escolheria alguém com princípios e ética… Lamento outro tiro no pé”, concluiu Elsa Judas, na publicação que depois eliminou.

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