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Economia e vinicultura: aluguer de carros no Porto é a melhor opção para explorar a rota de produção de vinhos na região

No Porto, o turismo tem crescido a olhos vistos ao longo dos últimos anos. As distinções de várias publicações internacionais renomadas, aliadas ao investimento de várias companhias aéreas que passaram a voar diretamente para o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, foram factores determinantes para o crescimento dos números relacionados ao setor de turismo da Cidade Invicta, que atrai turistas de todos os pontos do mundo. Em dezembro de 2018, o Porto tornou-se a segunda cidade portuguesa a entrar no top 100 de cidades do mundo, no qual já constava Lisboa. Os números seguem aumentando e, em fevereiro de 2019, a região de Porto e Norte foi a que mais cresceu em termos de turismo no cenário nacional, conforme foi indicado nos dados lançados em publicações como o Jornal Económico.

Fonte: Pixabay

Porto: degustar vinhos e conhecer lugares inesquecíveis são dois atrativos da região

Para quem visita a cidade do Porto, a possibilidade de fazer um tour pelas caves do vinho do Douro consta em praticamente todas as ofertas de rotas turísticas, propiciando momentos de degustação dos vinhos produzidos na região. Para os mais interessados no assunto, existe também a possibilidade de visitar o Alto Douro vinhateiro e conhecer os lugares de produção de vinhos mundialmente renomados. Para o efeito, é possível fazê-lo através de excursões organizadas, que disponibilizarão a viagem num meio de transporte coletivo, ou, por outro lado, também pode-se seguir até a região a bordo de um veículo próprio ou recorrendo ao aluguer de um automóvel, que pode ser realizado em portais como aluguerdecarrosbaratos.pt.

O alguer de carros é a escolha da maior parte dos turistas que desejam percorrer a região em busca de conhecer as melhores vinícolas e degustar das produções por elas oferecidas, além, é claro, de ter a chance de viajar por paisagens cinematográficas. Algumas dicas para alugar um veículo no Porto e viajar pela rota do vinho podem ser verificadas em www.dondeandoporai.com.br/.

Além da degustação de produções da região, paisagens memoráveis, conforme mencionado, também compõem o circuito do vinho no Porto e no Alto Douro. A Região Vinhateira do Alto Douro estende-se por cerca de 250 mil hectares, sendo que aproximadamente 48 mil correspondem a plantações de vinha. A região divide-se em três zonas: Baixo Corgo – até à Régua –, Cima Corgo – até Cachão da Valeira – e Douro Superior, que estende-se até a fronteira com a Espanha. No ano de 2001, a UNESCO (United Nations Educational Scientific and Cultural Organization) classificou a região do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da Humanidade, distinção que honra a beleza de uma paisagem que reflete a perfeita simbiose entre o que de melhor oferece a natureza e o trabalho humano.

Como é possível verificar, a vinicultura é uma da principais atrações turísticas da região do Porto e do Alto Douro. Dados publicados pelo Eurostat em novembro de 2019 indicam que Portugal é o quarto maior produtor de vinho da União Europeia, superado apenas por Itália, França e Espanha. No que o ranking a nível de exportações diz respeito, Portugal ocupa o 5º lugar da lista. Ao contrário do que acontece com outros países, Portugal vende mais vinho para os parceiros comunitários do que fora do mercado único.

Produção em crescimento

Contrariando a tendência verificada nos países integrantes da União Europeia, as estimativas divulgadas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) indicaram, em novembro de 2019, que Portugal seria a única localidade a aumentar a produção de vinho.

Segundo a mesma fonte, as condições climatéricas desfavoráveis provocaram uma redução na ordem dos 11% na produção mundial de vinhos, sendo que os três supracitados principais produtores da União Europeia registaram uma quebra. Portugal, por sua vez, fugiu à regra e aumentou a sua produção.

Fonte: Unsplash

Contas feitas, o aumento efetivamente verificou-se, mas ficou abaixo das expectativas. As previsões acreditavam que a produção iria crescer entre 10% e 11%, mas o crescimento efetivo acabou sendo de 7%. Em termos absolutos, no ano de 2019 produziram-se cerca de 6,5 milhões de hectolitros de vinho em solo luso. Atendendo às declarações de colheita e produção, o aumento foi de 426 mil hectolitros. No caso da região do Douro, produziram-se cerca de 400 mil hectolitros, valor que corresponde a um aumento na ordem dos 30%. As regiões em que maior crescimento se verificou foram Trás-os-Montes, Terras de Cister e Terras da Beira, com valores superiores a 50%. Os vinhos tintos representaram a maior parte da produção (61%), ao passo que os vinhos brancos ficaram na ordem dos 33%, registo completo com os 6% dos vinhos rosados.

Como é possível verificar, não faltam motivos para visitar as regiões do Porto e do Alto Douro vinhateiro. Mesmo para quem não for apreciador de vinho, ficará a conhecer uma das forças motrizes da economia portuguesa e da região norte, além de ter a chance de apreciar paisagens deslumbrantes como pano de fundo.

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