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Dois por cento dos utilizadores das scut não paga portagem

auto-estradaBalanço do primeiro ano de portagem nas scut do Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata permite concluir que dois por cento dos utilizadores não pagou a utilização daquelas estradas. Foram emitidas 1,38 milhões de notificações, num total de 70 milhões de passagens nos pórticos, que geraram um encaixe que ronda os 72 milhões de euros.

Outrora autoestradas ‘sem custos para o utilizador’, as scut mantiveram o nome, mas passaram a ter um preço. No entanto, dois em cada cem utilizadores continuam a ignorar os pórticos, segundo dados fornecidos à Lusa pela Estradas de Portugal.

Esta percentagem resulta de 1,38 milhões de notificações – emitidas devido a incumprimento nestas três scut – num total de 70 milhões de veículos que foram detetados nos pórticos de cobrança, entre os dias 15 de outubro do ano passado e 31 de agosto último. Em média, cerca de 4000 automobilistas passaram nos pórticos e não procederam ao respetivo pagamento.

Dentro de três dias assinala-se o primeiro ano de portagens nas scut do Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata, estradas que viram reduzir o tráfego de forma assinalável. Segundo a Estradas de Portugal, nestas três concessões, a diminuição média foi superior às expectativas.

Os responsáveis da empresa esperavam uma queda, que se verificou, mas atingiu os 37 por cento. Ou seja, 10 pontos percentuais acima das previsões. Por exemplo, só a A29, na concessão da Costa de Prata, regista menos 1,67 milhões de utilizadores no segundo trimestre de 2011. A A41 tem menos dois milhões e a A42 menos um milhão, perdidos em três meses.

Assinale-se ainda que todas as autoestradas do País registaram menos tráfego, exceção feita à A1, que é a única em contra-ciclo. Há mais automóveis a circular na principal autoestrada do País. Há mais mil viaturas por dia a circular nesta via.

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