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Daniel Nunes o melhor na última prova da Peugeot Rally Cup Ibérica

A primeira edição Peugeot Rally Cup Ibérica teve lugar no Rali Casinos do Algarve, e Daniel Nunes foi o vencedor da etapa algarvia do troféu, cujo título acabou por ir para espanhol Roberto Blach.

No evento do Clube Automóvel do Algarve, que também era a última prova do Campeonato de Portugal de Ralis e do European Rally Trophy ER3, todos queriam chegar ao cetro, uma vez que o prémio final da competição da Peugeot Portugal e Espanha era uma prova aos comandos de um carro ‘R5’ num rali de 2019.

Bem cedo Daniel Nunes e Rui Raimundo deram mostras de querer chegar à vitória, mas tendo sentido uma forte oposição de Ricardo Costa e de Ricardo Sousa no primeiro dia de prova. No entanto a segunda posição acabaria por ira para Hugo Lopes e Nuno Ribeiro, num pódio que acabou completado pelos lituanos Jonas Pipiras e Aisvydas Paliukénas, estreantes no troféu.

Mas nada disto seria relevante para a vitória final da competição destinada aos Peugeot 208 R2, pois Roberto Blach e José Murado não deixariam fugir o título, para tal bastando a quarta posição alcançada na prova algarvia.

“Foi a nossa estreia neste rali, prova de que gostei muito. Apenas tenho alguma pena de ter tido de adotar uma toada de defesa, pois era o título de Campeão que estava em jogo, até porque normalmente gosto mais de andar sob alguma pressão. Foi uma excelente estreia na copa, premiada com o triunfo final num ano em que aprendi imenso”, declarou o novo campeão da Peugeot Rally Cup Ibérica.

Apesar de não ter ganho a classificação final do troféu, Daniel Nunes mostrou-se satisfeito com o triunfo nesta última prova da época: “Foi um rali giro de que gosta imenso e onde já tivemos alguns bons resultados. Viemos para o Algarve sem qualquer tipo de pressão, para nos divertirmos. Não correndo riscos, conseguimos a vitória na copa Peugeot. Em termos do campeonato de 2 rodas motrizes, que era essa a nossa maior preocupação, este nono lugar absoluto é uma posição interessante”.

Apesar ter terminado na segunda posição, Hugo Lopes ainda ‘apanhou’ um susto, quando o motor do seu 208 R2 se ‘calou’, levando algum tempo até que voltasse a funcionar de modo a chegar à assistência e posteriormente ao pódio final.

Pior foi para Diogo Gago, que apesar de ‘jogar em casa’ não foi feliz. No primeiro dia foi forçado a claudicar, para regressar este sábado e assinar os melhores tempos das classificativas da manhã. A mesma sorte teve Pedro Antunes, que esteve entre os mais rápidos mas cujo atraso acumulado na véspera o impediu de lutar pela vitória no troféu e nas duas rodas motrizes.

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