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Cristas pede “poder” para as suas “políticas alternativas”

Assunção Cristas assume-se como alternativa à governação socialista com apoio da esquerda parlamentar e pede, por isso, que lhe seja confiado “poder” para cumprir aquilo a que chama de “políticas alternativas”.

Numa mensagem deixada nas redes sociais, a líder do CDS-PP salienta que “o poder não é um fim em si mesmo, é um meio”.

“Nós precisamos de poder para as nossas políticas alternativas. Ao nível do crescimento económico, das questões estruturais como a demografia, do tratamento do interior e da coesão territorial, incluindo o mar, o mundo urbano e o litoral. Ao nível da nova economia e das oportunidades do mundo moderno”, escreve a líder centrista, na nota deixada nas redes sociais.

A antiga ministra do Governo de Passos Coelho e Paulo Portas traça objetivos do CDS-PP e explica aos portugueses que o seu partido tem equipas “fortemente empenhadas” no terreno.

“Temos equipas fortemente empenhadas a trabalhar com muitos independentes que querem ajudar-nos com os seus conhecimentos técnicos nos mais diversos assuntos, para que todos juntos possamos criar um grande programa eleitoral.”

Assunção Cristas tem deixado críticas à governação de António Costa a vários níveis, com destaque, nas últimas semanas, para a educação agora que o tema das escolas e dos professores está no topo mediático com o regresso às aulas.

As críticas a António Costa já envolveram, por exemplo, a entrega de um retrovisor em pleno Parlamento mas não só.


Antes da época de fogos florestais, a líder do CDS-PP foi para o terreno ajudar a limpar matas.


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