Em 2016, o Clube dos Pensadores já recebeu: a ex-candidata presidencial do BE, Marisa Matias; Nuno Melo, eurodeputado do CDS; Daniel Bessa, economista, pelo seu 10.º aniversário; Assunção Cristas, líder do CDS; Rui Rio, do PSD; Vasco Cordeiro, presidente do governo regional dos Açores; Catarina Martins, coordenadora do BE; e Manuel Monteiro, ex-líder do CDS.
Luís Montenegro, que é amigo pessoal de Joaquim Jorge, já esteve presente em anteriores iniciativas do CdP. Aquando da coligação governamental PSD/CDS, desempenhou uma acção de relevo no apoio ao anterior governo, como líder parlamentar na coordenação do seu grupo parlamentar do PSD e no entendimento com o grupo parlamentar do CDS liderado por Nuno Montenegro.
Agora que o PSD não faz parte do governo tem tido uma acção mais reservada mas não deixando de ser eficiente, pois tem sentado ao seu lado na bancada o líder do PSD, Pedro Passos Coelho.
A proposta do OE 2017 foi discutida na generalidade a 3 e 4 de Novembro, estando a votação final global do documento agendada para 29 de Novembro.
Será importante ouvir a opinião de Luís Montenegro, como se sabe, é contrária à política seguida pelo governo do PS, presidido por António Costa com o apoio parlamentar do BE e PCP.
O Clube tem sido talismã para líderes da oposição. Pedro Passos Coelho esteve em Março de 2011 no CdP e depois foi Primeiro-Ministro de Portugal em Junho de 2011. António Costa esteve em Março de 2015 no CdP e depois foi Primeiro-Ministro em Novembro de 2015.
Joaquim Jorge já formulou um convite a Pedro Passos Coelho que respondeu por SMS: “Não sei se será viável no curto prazo aceitar o seu convite, tenho andado com uma agenda muito preenchida, mas tenho gosto em falar consigo e tentar programar uma oportunidade.”
Numa altura, em que Rui Rio procura o melhor momento, apesar dos avanços e recuos, para ser alternativa a Pedro Passos Coelho.
O aparecimento do movimento “Portugal não pode esperar” dentro do PSD, que pretende apresentar propostas alternativas e de vozes sociais-democratas em surdina que discordam da política seguida pelo PSD.
O próprio Luís Montenegro é apontado por alguns círculos, como futuro candidato a líder do PSD.
Pedro Passos Coelho nega a existência de qualquer desconforto dentro do partido em relação à sua liderança. Todavia o timing de colocar em causa o seu lugar será feito aquando das eleições autárquicas 2017. Até lá o PSD continuará numa paz aparente.
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