Um estudo da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, realizado entre 2015 e 2016, revelou que uma em cada cinco famílias em Portugal está em situação de insegurança alimentar por não ter acesso a uma alimentação saudável e por motivos financeiros.
Os investigadores basearam-se num inquérito nacional sobre insegurança alimentar respondido por mais de 5600 adultos representativos da população portuguesa.
A partir das respostas, concluíram que 19,3 por cento das famílias afirmaram estar numa situação de insegurança alimentar. No total, a maior parte apresentava um nível de insegurança alimentar ligeiro. No entanto, há quase dois por cento de famílias que reportam dificuldades reais na aquisição de alimentos adequados.
Para os investigadores é “motivo de alarme” que cerca de 140 mil pessoas admitam “que as suas dificuldades económicas comprometeram a quantidade e qualidade dos alimentos que têm disponíveis para consumo”.
O estudo sugere que a insegurança alimentar aparece associada a piores condições do estado de saúde. Por exemplo, os portugueses compram menos medicamentos e vão menos vezes ao médico devido às dificuldades económicas.
As pessoas que se encontram em insegurança alimentar recorrem menos ao azeite como principal fonte de gordura, consomem menos frutas e hortícolas e preferem carnes vermelhas e processadas.
A investigação também mostrou que os portugueses com maus hábitos alimentares são os que mais revelam sintomas depressivos e também os que fumam e bebem com mais regularidade.
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