Desporto

Castigo a Fernando Madureira: Superdragões deixam aviso

A claque Superdragões (SD), afeta ao FC Porto, emitiu um comunicado no Facebook onde anunciou que vai recorrer da suspensão de seis meses do seu líder, Fernando Madureira, que foi conhecida esta quarta-feira (ver aqui).

Os SD manifestam “total surpresa e repúdio” face a este castigo.

“Esta medida verdadeiramente absurda e sem qualquer fundamento legal conforme será provado nas instâncias competentes, é absolutamente inédita pois jamais um cidadão foi punido por entoar um qualquer cântico, fosse ele mais ou menos ofensivo”, escrevem e vão mais longe.

“Mas ainda mais inédito, e quiçá alvo de um novo recorde mundial, é alguém ser castigado por um cântico que não entoou”.

A claque portista diz ainda que “se calhar, num país onde a ilegalidade continua a ser premiada, está na altura de mudar de comportamentos e deixar de colaborar ativamente com forças de segurança e demais instâncias responsáveis por eventos desportivos para que depois os senhores do futebol provem do seu próprio veneno”.

O castigo é aplicado pelo Instituto Português de Desporto e Juventude na sequência do polémico cântico ‘Quem me dera que o avião da Chapecoense fosse do Benfica’, que foi entoado num jogo de andebol.

Fernando Madureira também já veio a público fazer a sua defesa.

“Estavam no pavilhão centenas de pessoas e não há nenhuma testemunha que me tivesse visto cantar, nem imagem televisiva que o comprove”, disse ao Expresso, revelando que o cântico foi um momento “de mau gosto e infeliz, que nunca deveria ter acontecido”.

O líder dos SD fala em “tremenda injustiça” que visa “beliscar e atacar o FC Porto.”

Recorde o incidente:


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