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Bruno de Carvalho não comparece em tribunal devido a “doença súbita”

Bruno de Carvalho não compareceu em tribunal, nesta terça-feira, devido a um caso de “doença súbita”, segundo confirmou o seu advogado, Miguel Fonseca.

O representante judicial do ex-presidente dos leões confirmou a ausência do seu constituinte por motivos de saúde, não se alongando em mais comentários sobre esta situação.

Bruno de Carvalho é um dos arguidos no caso do Ataque a Alcochete, processo que está a ser julgado no Tribunal de Monsanto, em Lisboa.

Durante a manhã desta terça-feira, o coletivo de juízes ouviu o antigo presidente da Assembleia-Geral leonina, Eduardo Barroso, o judoca Jorge Fonseca, campeão mundial na categoria de -100 kg, que falou de Bruno de Carvalho como alguém “que sempre tratou muito bem os atletas”, José Estorninho, antigo membro do grupo Stromp, João Trindade, antigo presidente do Conselho Leonino, e José Ribeiro, ex-assessor do clube.

O julgamento prosseguiu à tarde, com a audição de mais testemunhas arroladas pela defesa de Bruno de Carvalho, entre as quais Pinto da Costa, presidente do FC Porto, ouvido por videoconferência.

O processo tem 44 arguidos, acusados da coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Bruno de Carvalho, à data presidente do clube, ‘Mustafá’, líder da Juventude Leonina, e Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos do Sporting, estão acusados de autoria moral de todos os crimes.

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