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Bruno de Carvalho absolvido da autoria moral do ataque a Alcochete

O ex-presidente do Sporting foi absolvido da autoria moral da invasão à Academia de Alcochete, a 15 de maio de 2018. A juíza do Tribunal de Monsanto, em Lisboa, considerou que as imputações a Bruno de Carvalho não ficaram provadas.

Bruno de Carvalho foi nesta quinta-feira absolvido da autoria moral dos ataques à academia leonina, que ocorreu no dia 15 de maio de 2018.

Na leitura do acórdão, que decorreu no tribunal de Monsanto, em Lisboa, o coletivo de juízes, presidido por Sílvia Pires, considerou que não há provas dos factos imputados ao ex-dirigente.

“Quanto a Bruno de Carvalho não se provou que os textos nas redes sociais tivessem como objetivo incitar a Juve Leo. Nem a frase ‘façam o que quiserem'”, refere o acórdão, lido por Sílvia Pires e citado pelo jornal O Jogo.

O líder da Juve Leo, Nuno Mendes, conhecido por ‘Mustafá’, e o ex-Oficial de Ligação aos Adeptos, Bruno Jacinto, também foram ilibados, por falta de provas.

Por outro lado, a juíza sustenta que foi dado como provado que entraram no centro de treinos do Sporting 37 dos arguidos.

“Conversas nos grupos de whatsapp comprovam que todos sabiam ao que iam. De forma concertada”, realça a juíza.

O processo do ataque à academia do Sporting, em Alcochete, no qual jogadores e equipa técnica foram agredidos por adeptos ligados à claque leonina Juve Leo, tinha 44 arguidos.

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