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Brad Pitt diz que se sente melhor “com uma arma na mão”

brad pittNuma altura em que os EUA se preparam para escolher novo Presidente, algumas personalidades, como Brad Pitt, manifestam opiniões que encerram caráter político. O ator, que defende Barack Obama, revelou numa entrevista que se sente melhor “com uma arma na mão. Brad Pitt disse ainda que a posse de armas “está no ADN da América”.

Brad Pitt concedeu uma entrevista ao Daily Mail, onde torna público que mantém o apoio a Obama. Mas o ator teceu algumas considerações sobre um tema que divide os norte-americanos: a posse de armas. Pitt revelou que só se sente seguro se tiver uma arma na mão.

“É muito estranho, mas sinto-me melhor se tiver uma arma. Não me sinto seguro, ou que a minha casa esteja protegida, se não tiver uma armar escondida num lugar qualquer”, revelou Brad Pitt, àquele jornal britânico.

O ator, que conta 48 anos, foi mais longe e afirmou que os EUA têm esta cultura bem vincada e que não vai ser fácil mudar estes comportamentos enraizados. “Os Estados Unidos da América são um país fundado com armas. Está no nosso ADN”, sustentou.

Nesse sentido, Brad Pitt é contra uma eventual mudança da lei em solo norte-americano. Essa mudança legislativa tentaria impedir o livre acesso a armas de fogo, num país onde se repetem ataques que matam milhares de pessoas, todos os anos, vítimas de tiroteios ou mesmo de massacres.

“Não conhecemos a América sem armas. Pedirem-nos as nossas armas de volta? Não sei… Temos medo de entregá-las. Receamos que os maus permaneçam com as deles”, sublinha o marido da atriz Angelina Jolie.

Brad Pitt recorda a sua infância para dizer que a cultura norte-americana ensinou as crianças a lidar com armas. Aos 6 anos, teve a sua primeira arma e apenas com 8 já tinha aprendido a disparar uma de pressão de ar. Mesmo assim, realça, nasceu “num ambiente salutar”.

A dificuldade em ultrapassar o seu conservadorismo nesta questão contrasta com a facilidade com que aceita o casamento entre homossexuais, por exemplo. Nesta matéria, Brad Pitt encara a mudança com normalidade e não encontra bloqueios de ordem cultural.

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