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Uma boa estreia de Miguel Lobo na Falperra apesar de tudo

Miguel Lobo realizou uma boa estreia na Rampa da Falperra, segunda prova do Campeonato Nacional de Montanha, também pontuável para o ‘Europeu’ da disciplina. Foi segundo na classe TCR após um momento difícil que poderia ter consequências muito complicadas.

O piloto de Paços de Ferreira foi evoluindo ao longo do evento, procurando conhecer cada vez melhor o traçado. Na segunda subida de prova encontrou outro concorrente atravessado na pista conseguindo evitar a colisão.

Contrariamente ao que era expectável, não foi dada ao Campeão Nacional de Velocidade C3 de 2015 a possibilidade de repetir a sua prova, o que o deixou desagradado.

“Apesar das contrariedades típicas deste tipo de competição, tudo estava a correr bem e eu estava a evoluir bem. Na segunda subida de prova montei pneus novos e esperava então colocar em prática todos os ensinamentos que tinha recolhido ao longo do fim-de-semana”, começa por contar Miguel Lobo visivelmente desagradado.

“Apanhei um carro parado e atravessado em pista e só por pouco evitei o choque. Com duplas bandeiras amarelas, prossegui a baixa velocidades, esperando que pudesse repetir a subida. Mas inexplicavelmente, não me foi permitido voltar a realizar a subida. Foi dececionante e deixou-me bastante agastado”, remata o piloto pacense.

Apesar de tudo o que se passou, Miguel Lobo faz um balanço positivo da sua estreia na mais importante prova de montanha: “Gostei muito de participar na Rampa da Falperra. É uma prova fantástica, com um traçado extraordinário e um público conhecedor e numeroso. Terminar em segundo, atrás do Patrick Cunha – um grande piloto e especialista da prova – é um resultado que considero muito bom. Foi uma grande experiência”.

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