Desporto

Bernardo Silva considera injusto ausência de jogadores do City no prémio ‘The Best’

O avançado português do Manchester City Bernardo Silva lamentou hoje que nenhum jogador dos ‘citizens’ esteja nos nomeados para o prémio ‘The Best” e frisou que vai trabalhar para se tornar num dos melhores futebolistas do mundo.

Para o avançado dos bicampeões ingleses, é “um bocado injusto” a ausência de jogadores do seu clube no lote final, composto pelo compatriota Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, o argentino Lionel Messi, do Barcelona, e o holandês Virgil Van Dijk, do Liverpool.

“O que lhe posso dizer sobre isso? Se calhar alguns de nós [jogadores do Manchester City] merecíamos estar lá [nos nomeados]. Olho para o que foi a época passada, foi top-3 de clubes a nível de títulos. É assim que funciona o futebol, temos de aceitar. Os títulos coletivos são mais importantes, mas se pudermos juntar aos individuais claro que também fica bem”, referiu Bernardo Silva, em declarações à comunicação social.

À margem de um evento organizado por uma marca desportiva, o extremo não escondeu a frustração no balneário do clube, porém, realçou que o importante foram os títulos conquistados.

“Claro que dentro do nosso balneário falámos sobre isso, dois ou três podiam lá estar. Não há nenhum jogador nomeado e claro que sentimos que é um bocadinho injusto. O que interessa é que ganhámos quatro títulos. Temos de aceitar”, afirmou.

Contudo, e falando a nível pessoal, Bernardo Silva salientou que vai exigir ainda mais de si para ser um dos melhores jogadores do mundo.

“O que posso garantir é que vou trabalhar todos dias para ser cada vez melhor. A minha época passada foi fantástica, quero fazer melhor esta época e quero trabalhar para ser um dos melhores do mundo”, assegurou.

Sobre a seleção nacional, o internacional português, que durante o evento confessou que ganhar um Mundial pela equipa das ‘quinas’ seria o melhor título para si, justificou depois porquê.

“O Campeonato do Mundo é a competição mais alta do futebol. Acontece a cada quatro anos e não é fácil de ganhar. Portugal está mais perto, nunca tínhamos ganho nada e, de repente, ganhámos duas competições. Portugal nunca será favorito, seleções de países de outros tamanhos tem outro tipo de responsabilidade”, concluiu.

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