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“Basta à austeridade” motiva formação do Movimento Alternativa Socialista por dissidentes do Bloco

MAS“Basta de privilégios dos políticos, de mordomias, de frotas luxuosas, de reformas vitalícias”. O mote do novo partido político, formado por dissidentes do Bloco de Esquerda, não podia ser mais explícito. Eis o Movimento Alternativa Socialista.

Há uma nova formação política na esquerda portuguesa, depois de ontem terem sido entregues, no Tribunal Constitucional (TC), mais de 9000 assinaturas (são exigidas 7500 para formar uma nova força política). O Movimento Alternativa Socialista quer aproveitar a simbologia da sigla – MAS – para mostrar que há outro caminho.

O objetivo é ganhar representação na Assembleia da República para dizer de “uma vez por todas que basta de privilégios dos políticos, de mordomias, de frotas luxuosas de carros, de reformas vitalícias, de milhões de euros que os partidos parlamentares recebem todos os anos”, como explicou André Pestana, porta-voz do novo partido. O mote é gritar “basta à austeridade”, um lema que também ganha representação no símbolo do MAS: um cravo vermelho.

A austeridade não é o único alvo da contestação do MAS. Na entrega das assinaturas ao TC esteve Gil Garcia, o líder da Ruptura/FER que foi um dos mais de 200 militantes a abandonar o Bloco de Esquerda (BE) após as legislativas de 2011, acusando a direção de estar “cada vez mais institucionalizada e parlamentarizada”. 

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