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Automobilismo nacional com impacto mediático de mais de 60 milhões de euros

A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) concluiu que, de acordo com um relatório que recebeu, o impacto mediático da modalidade registou um crescimento de 50 por cento.

No documento, elaborado pela Cision no final de 2019 para a FPAK, concluiu-se que o retorno mediático foi superior a 60 milhões de euros, face aos 40 milhões contabilizados em período homólogo do ano anterior.

Trimestralmente a Cision avalia o impacto de cada disciplina nos vários meios de comunicação refletindo os valores em causa e o esforço de todos os envolvidos nas modalidades – pilotos, equipas, marcas, clubes e FPAK –, que continuamente têm vindo a estabelecer parcerias que permitem uma maior divulgação do automobilismo.

Em comparação com 2018 o ano passado registou um aumento de valores na maioria das disciplinas. Os ralis passaram de um total de 22 milhões de euros para cerca de 34 milhões, o todo-o-terreno registou um decréscimo de cerca de 7 milhões de euros, devido à anulação de uma das provas do campeonato, a velocidade aumentou de 4,6 milhões de euros para 8 milhões, o karting evoluiu de 1,2 milhões para 2,3 milhões, a montanha cresceu de 3,8 milhões de euros para 5,1 milhões, o ralicross passou de 998 mil euros para 1,2 milhões de euros, e a regularidade subiu de 217 mil euros para 992 mil euros.

“Continuar nesta fase de ascensão é o objetivo desta Direção”, reagiu Ni Amorim, que destacou que só com este crescimento se conseguirá “colocar o automobilismo no patamar que merece”,

“Temos consciência de que é um processo longo e moroso, que obriga a muito esforço e dedicação. Estamos no caminho certo e estes resultados só nos dão uma motivação acrescida para continuarmos a fazer mais e melhor”, acrescentou o presidente da FPAK.

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