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Austin Dillon faz número mítico voltar a ganhar as 500 Milhas de Daytona

As 500 Milhas de Daytona são sempre o começo sempre especial do Campeonato NASCAR Cup – por ser a prova mais importante da disciplina. Mas este ano a corrida foi ainda mais especial.

É que na Victory Lane – o pódio final da prova – terminou Austin Dillon aos comandos de um carro com um número mítico, o # 3 com o qual o grande Dale Earnhardt somou vários títulos da principal disciplina de stock-cars americanos.

Um final emocionante, ao qual não faltou um acidente envolvendo 13 carros a duas voltas do fim, concorreu para que Dillon – neto de Richard Childress, o também lendário chefe da equipa com o mesmo nome – levasse o seu Chevrolet à vitória, conseguida logo na estreia do novo Camaro na NASCAR Cup.

A corrida foi liderada por David Blaney até ao seu terceiro terço, mas na volta 130 eram apenas uma dúzia de carros que seguia no grupo da frente, quando Bayne parou nas boxes e desceu para o nono posto. À volta 156 novas paragens nas boxes voltaram a baralhar a classificação, permitindo a Blaney voltar ao comando.

Mas depois seria a vez de Denny Hamlin passar para a frente, à volta 174, bem antes de William Byron ter provocado nova situação de bandeiras amarelas quando um pneu do seu Chevrolet rebentou. Faltavam 10 voltas para a prova terminar.

Blaney estava de novo na frente, beneficiando de um empurrão de Kurt Busch, que também queria muito ganhar, mas quando o piloto do Ford # 12 tirou o ar – saiu repentinamente da frente – do Ford # 41 tudo se complicou, com Busch a colidir com vários carros e a acabar com as suas aspirações e com as de Ricky Stenhouse, Gaughan, Di Benedetto, Martin Truex Jr, Bowman (o autor da ‘pole position’ e Joey Logano.

Os ‘sobreviventes dez pilotos iriam disputar a vitória, e se Hamlin passava momentaneamente para a liderança, seria Austin Dillon a tirar o melhor partido do reatamento da prova quando ela foi para prolongamento, na volta 205.

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