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As moedas e a água voltaram à Fontana di Trevi, agora reinaugurada

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A água voltou a correr na bacia da Fontana di Trevi, ou Fonte de Trevi, em Roma. O monumento, muito procurado por turistas para deixarem uma moeda da sorte, esteve 17 meses em obras, sendo limpo e recuperado. Após a intervenção, que custou dois milhões de euros, a fonte foi ontem reinaugurada.

É a fonte mais famosa de Itália e poderá ser mesmo a mais conhecida em todo o mundo, garbosa dos seus 26 metros de altura por 20 de largura.

Mas a Fonte de Trevi, criada em 1762, já estava a ficar ‘velhinha’ e necessitava de uma limpeza profunda. Ao longo de 17 meses, uma equipa de restauradores limpou o monumento, reparou as rachas e reforçou os suportes de ferro.

Ao longo deste quase ano e meio, os turistas tiveram de ver a fonte sem água, não podendo assim cumprir a tradição: pois quem visita a Fonte de Trevi atira para as águas a moeda da sorte, um pagamento para que seja cumprido um desejo (que, também por tradição, é o regresso a Roma para nova visita).

Uma tradição que, saliente-se, rende ao município mais de 3000 euros por dia, que são canalizados para iniciativas de apoio aos desfavorecidos.

Ontem, a água regressou à bacia da Fonte de Trevi, que assim voltou a ser o único monumento da antiguidade em funcionamento.

Essa água é agora posta a circular por um novo sistema de bombeamento e beneficia de um novo sistema de iluminação, tornando ainda mais bela aquela que, para muitos, é a fonte mais bonita do mundo.

As obras, que custaram mais de dois milhões de euros, foram pagas por uma conhecida marca italiana de alta costura. Foram os estilistas da casa que ontem, às 17h00 locais, assinalaram o momento em que a água voltou a correr na Fonte de Trevi.

Concluída em 1762, a fonte começou a ser construída em 1640, mas teve de esperar mais de um século pelo motivo habitual: a falta de dinheiro para concluir as obras.

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